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PROPOSTAS

 

PARA OS MORADORES DO INCRA 9 CEILÂNDIA E DEMAIS MORADORES DA ZONA RURAL.

Há 2 anos moro no Vista Bela na DF-180, zona rural de Ceilândia Norte, sei das nossas demandas, lutarei por todas.

*Duplicação da BR-180.

*Instalação de iluminação pública na BR-180 e onde mais for necessário.

*Instalação de Posto Policial no Vista Bela.

*Instalação de Posto de Saúde no Vista Bela.

*Melhorar os horários da linha que atende a região do INCRA 9 – Ceilândia Norte, principalmente nos finais de semana.

 

MORADORES DE RUA

 

Saber das demandas e desenvolver atividades de inclusão social, dar visibilidade e devida atenção a estes cidadãos. 

 

PARA A SAÚDE NO DF.

É notório que necessitamos de um sistema de saúde pública mais humanizado, com mais profissionais, mais leitos, mais UTI’s, inclusive neo-natal, com mais qualidade e eficiência no atendimento aos pacientes, o que é feito, por mais que haja dedicação de muitos profissionais ainda é insuficiente.

Há muitas idéias, mas a burocracia atrapalha a realização de muita coisa, como a regulamentação de alguns medicamentos, da forma como é, dá a impressão de existir uma máfia de empresas que não permitem o acesso a alguns medicamentos mais baratos. Veja, existe um medicamento (pílula) para tratamento do câncer, que é proibido, talvez sua eficácia não seja 100%, não custa mais de R$50,00 mas a opção sempre é a quimioterapia que tem um valor extremamente caro. Não podemos brincar com vidas, mas vale tudo para mente-las.

Contratar mais médicos e profissionais da saúde, não é o suficiente. Temos que conseguir manter os profissionais atuando na saúde pública, de forma que ele não necessite ter atividades particulares na rede privada, e que a população possa ter atendimento de qualidade.

Manter site da Secretaria de Saúde com dicas sobre prevenções sobre a saúde, falando sobre alimentação, uso de medicamentos, drogas e álcool.

Promover um programa sobre Saúde Pública, nas Escolas de Ensino Médio.

Melhorar as políticas de Saúde da Mulher.

Focar em Políticas Públicas da Saúde do Homem, pois ainda existe muito pré-conceito e tem homens com problemas sérios, tem que haver campanhas sobre a prevenção de câncer no pênis, não focar só no câncer de próstata.

 

 

PARA A EDUCAÇÃO NO DF.

01. Destinar recursos para a reforma e manutenção das Escolas Públicas, irei fiscalizar a correta aplicação do erário.

 

02. Destinar recursos para a construção de novas Escolas Públicas.

Não podemos compactuar com esta situação, de alunos residentes no Riacho Fundo II, terem de estudar no Núcleo Bandeirante, por falta de vagas em sua região Administrativa. É notório que crianças de 7 anos, tem que sair de casa duas horas antes do início das aulas, para conseguirem chegar na escola no horário. O mesmo acontece com alunos da ESTRUTURAL que vão para as escolas do Plano Piloto ou do Guará.

 

03. O numero de crianças com necessidades especiais vem crescendo a cada ano, há a necessidade de termos mais SALAS DE RECURSOS e de APOIO, para atender as crianças e auxiliar o professor regente.

 

O TDHA (déficit de atenção e hiperatividade), TPA (transtorno do processo auditivo), TC (transtorno de conduta), TOD (transtorno opositor), são realidades realidades encontradas em alunos da rede pública de ensino, há a necessidade de profissionais habilitados e capacitados para trabalhar com estas especificidades, para auxiliar os PROFESSORES regentes que por mais comprometidos que sejam, não conseguem sozinho incluir esses estudantes no processo de ensino de aprendizagem.

 

04. Melhorar e aumentar os recursos humanos nas Escolas Públicas, mais professores para auxiliar projetos nas escolas.

 

 

PARA OS PROFISSIONAIS DA CULTURA NO DF.

Abaixo algumas das propostas para o Plano de Cultura do DF, que são fruto de diálogos entre notórios guerreiros da CULTURA da Capital Federal, EU apoio!

 

 

PROPOSTA  01

Oficializar a AGENDA GOSPEL com a realização de 05 (cinco) eventos com música gospel, realizados durante o Carnaval, Aniversário de Brasília, Dia do Evangélico, Caravana com Deus (Marcha para Jesus), e o Pré Réveillon

 

 

JUSTIFICATIVA:

A Administração Pública deve dar as manifestações culturais da música gospel e os eventos a ela relacionados, o mesmo tratamento e atenção dada as demais manifestações culturais. As instituições que fomentam a Música Gospel e os eventos a ela relacionados,  encontram inúmeras dificuldades para realizar eventos deste seguimento, ficando a mercê da boa vontade política e administrativa na execução, tendo dificuldades na tramitação dos processos licitatórios e contratação de atrações culturais.

 

 

PROPOSTA  02

Aprimorar a LEGENDA e ÁUDIO DESCRIÇÃO em informes, eventos e Editais com Áudio e Libras (favorecendo aos deficientes sensoriais), bem como favorecer o acesso sem barreiras arquitetônicas para os deficientes físicos.

 

 

JUSTIFICATIVA:

Os surdos brasileiros ao visitarem os atrativos turísticos, terão acessibilidade às informações quando essas forem repassadas em LIBRAS respeitando os referenciais visuais dessa comunidade, pois as informações escritas em Português não garantem a compreensão total da informação, mesmo que essas estejam atreladas a uma imagem, a um referente visual.

Oportunizar de fato às pessoas com deficiência física e deficiências sensoriais (cegos, deficientes visuais, surdos, deficientes auditivos e surdo cegos) a acessibilidade aos eventos culturais, tanto com apoio técnico (interpretação em LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais) para pessoas surdas, não usuárias da Língua Portuguesa), Libras Tátil (para surdos cegos), oralização e leitura labial (para surdos oralizados), guias intérpretes (para surdo cegos), guias de cego, Braile (para cegos), também acessibilidade estrutural (banheiros especiais, reserva de espaços para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, rampas, corrimões, pisos táteis, sinalização em Braille e Libras), quanto a tecnologia assistiva (sistema de laço de indução, sistema de rádio freqüência para o envio do som diretamente ao aparelho auditivo ou implante coclear), áudio descrição, legenda closed caption (para surdos usuários de Língua Portuguesa) e elevadores (para cadeirantes), estenotipia (transcrição de áudio ao vivo, para surdos usuários de Língua Portuguesa escrita).

 

 

PROPOSTA  03

Oficializar o Calendário de Eventos Culturais de cada Região Administrativa, como Aniversário da Cidade, Festejos Juninos, Réveillon, Carnaval, Encontros de Cultura, Festivais de Novos Talentos, entre outros.

 

JUSTIFICATIVA:

Sabendo-se que determinados eventos acontecem anualmente, estes deverão constar no Calendário Oficial de Atividades de cada Região Administrativa, gerando automaticamente uma demanda junto a Secretaria de Segurança Pública e demais órgãos envolvidos. Eventos Tradicionais não podem deixar de acontecer por conta de prazos determinados por órgãos de fiscalização. Os recursos destinados para cada atividade em questão deverão estar desbloqueados com antecedência mínima de 30 (trinta) dias úteis, pois são eventos que constam do Calendário Oficial de cada cidade.

 

 

PROPOSTA  04

Criar o Na Hora de Eventos - Alvará Eventual Digital.

Otimizar o serviço, colocando todos os órgãos num único local.

Tudo será on-line, cada exigência cumprida receberá o código do Gestor Responsável e ao final da última exigência cumprida, e com todos os códigos on line liberados, o ALVARÁ EVENTUAL será expedido digitalmente, sem necessidade de ir até a Administração Regional retirar a via.

Os órgãos de fiscalização terão acesso digitalmente, e as diligências só serão realizadas nos eventos com observações ou restrições, poupando dinheiro público e tempo dos fiscais.  

 

 

PROPOSTA  05

Fazer cumprir a Lei que garante a participação (cota) de bandas e/ou grupos com integrantes com deficiência, nas contratações artísticas junto a Administração Pública.

 

JUSTIFICATIVA:

Constar nos Editais de Chamamento Público e nas demais formas de contratações, que seja observada, porém exigida quando não for artista solo, a quantidade mínima de integrantes com deficiência, assim como o tempo de existência do grupo/banda, sua qualidade artística como critérios essenciais e classificatórios, prova que tal artista faz parte do meio artístico por exemplo: há no mínimo 02 anos. Não permitir que afirmem ser um grupo ou artista com deficiência somente por oportunizar em suas apresentações algum tipo de acessibilidade ou ainda incluir instantaneamente algum participante com deficiência. Seguir o Plano da Secretaria da Economia Criativa do Ministério da Cultura, e ainda de acordo com o projeto de lei do Distrito Federal n. 1.412/2013, que visa dar efetividade à Lei n. 4.142/2008, que garante a reserva de cotas em 5% para apresentações artísticas locais com deficiência, na programação em eventos culturais promovidos pelo DF.

 

 

PROPOSTA 06

Acessibilidade VISÍVEL para os Eventos Culturais, criação de um CERTIFICADO DE QUALIDADE referente ao respeito e inclusão Cultura das pessoas com deficiência.

 

JUSTIFICATIVA:

Eventos com este selo deverão ter prioridade ao solicitarem apoio a LIC e/ou FAC.

 

 

PROPOSTA 07

Revogar a LEI 34.577/2013 do GDF, que criou o SisCult.

 

JUSTIFICATIVA:

A lei é uma cocha de retalhos, mal elaborada.

Afronta as conquistas da profissão de MUSICO regulamentada pela Lei 3857 de 1960, profissão que é regida por estatuto próprio, logo é uma profissão diferenciada das demais profissões, conforme explicito no Art. 511, § 3º, da CLT.

Criou o sistema de rodízio nas Contratações Artísticas, um grande engodo, com erros grotescos, pois o sistema do SisCult é ineficiente e graças a Deus deixou de ser utilizado pela SeCult/DF.

O sistema de cadastro é ineficiente.

A lista de artistas cadastrados e habilitados no SisCult que podem ser contratados como artistas convidados nunca foi divulgada, só divulgando os nomes dos artistas que aceitam as imposições dos grotescos Editais de Chamamento Público, puro sectarismo.

 

 

PROPOSTA 08.

Revogar o PARECER NORMATIVO 393/2008 PROCAD/PGDF e construir outro para a contratação de “artistas” e/ou “músicos” no Distrito Federal.

 

JUSTIFICATIVA:

O PARECER 393/2008 PROCAD/PGDF equivocadamente baseou-se somente na portaria que regulamenta e fiscaliza a profissão de artista e ignorou-se a portaria e lei que regulamenta o exercício da profissão de músico.

A idéia é criar um nova Instrução Normativa eficiente, evitando questionamentos levianos das contratações de shows artísticos e musicais junto ao GDF.

O PARECER NORMATIVO ignorou a existência da Lei 3857/60 que criou a profissão e normatizou a profissão de Músico,

Ignorou a Portaria 3346/86 Fiscalização do Trabalho de Artistas – Técnicos e Músicos do Ministério do Trabalho,

Ignorou a Portaria 3347/86 que criou os Modelos de Contratos para Músicos e Artistas do Ministério do Trabalho,

Ignorou a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT.

 

 

PROPOSTA 09.

Normatizar os “Editais de Chamamentos Públicos” no Distrito Federal para contratação de músicos e/ou artistas e/ou Dj’s (CBO – Classificação Brasileira de Ocupações 3741-45) e/ou Apresentadores de Eventos (CBO – Classificação Brasileira de Ocupações 3763-05), deixá-los claros, objetivos e sucintos, mudar o formato utilizado esdrúxulo utilizado.

 

JUSTIFICATIVA:

Desde 2011, os critérios são subjetivos, cuja PROPOSTA deve ter o FORMATO de PROJETO CULTURAL, onde muitos músicos e/ou artistas desconhecem este formato e a forma de expressar no papel o que estão propondo, muitas vezes sendo mal avaliados.

Deve ser apresentado PROPOSTA objetiva, clara com avaliação focada no histórico profissional do músico e/ou artista, claramente retratado em seu portfólio.

Deve-se haver por parte dos Gestores Públicos, compromisso com o erário, e conforme exigido na lei 8.666/93 deve-se contratar profissionais qualificados, portanto a seleção deverá ser feita por categorias e os envelopes deverão ser abertos na presença dos interessados, assim como se faz nas demais licitações presenciais.

Representando a Sociedade Civil, deve haver um representante do Sindicato dos Músicos do DF e um representante de qualquer Conselho de Cultura do DF.

Que seja adotado sistema objetivo de pontuação para os critérios de seleção, tendo como itens:

*histórico profissional,

*clippings de jornais (com data e nome do veículo),

*quantidade de integrantes,

*tempo de atuação no Mercado de Entretenimento,

*relação dos eventos realizados,

*lista do repertório executado pelo artista/músico,

*notoriedade perante público e mídia também devem ser feito por meio da internet, por site próprio, ou site que contenha fotos, músicas e vídeos do proponente,

*verificar se o nome do músico/artista aparece exposto em links de sites de busca como por exemplo o “Google” e “busca cb do Correio Braziliense” comprovando o profissionalismo e atuação constante no Mercado de Entretenimento Musical e Artístico, evitando a contratação de bandas que são montadas somente para atividades especificas.

 O sistema de pontuação será de extrema utilidade a partir do momento que haja desistência por parte de algum músico/artista ou que surjam novas vagas de shows no período que o Chamamento Público esteja sendo  executado, evitando que algum músico/artista seja privilegiado.

A aplicação da meritocracia é funcional e a indicação por qualquer meio se torna desleal e imoral.

Toda atividade cultural que tenha utilização de verba pública e com participação de público, tem que ter pelo menos a contratação de 01 (um) APRESENTADOR(A) DE EVENTOS (CBO – Classificação Brasileira de Ocupações 3763-05), para a devida condução do mesmo, além de informativos Institucionais e de Utilidade Pública e 01 (um) DJ Profissional (CBO – Classificação Brasileira de Ocupações 3741-45).

 

 

PROPOSTA 10.

Normatizar que do total das Emendas Parlamentares destinadas para atividades culturais, que no mínimo 30% (trinta por cento) do valor total, sejam destinados a contratação de estrutura (som, palco, luz, gerador, banheiros químicos, alambrados...).

 

JUSTIFICATIVA:

Desta forma, fica garantido a estrutura para as atividades culturais que estejam incluídas no calendário de atividades culturais de cada região administrativa.

Será feito um pregão eletrônico no valor do montante total destinado as Emendas Parlamentares para a área cultural.

Toda vez que uma EP for desbloqueada, já se sabe que no mínimo 30% (trinta por cento) será feito por meio de Ata de Registro de Preço, e que haverá disponibilidade para uso da ATA.

 

PROPOSTA 11.

Criar Portaria para que a Rádio Cultura, execute 50% (cinquenta por cento) da programação musical com músicas de músicos e/ou artistas residentes no Distrito Federal com gravações realizadas em estúdios do DF.

Ver a possibilidade de aplicar o mesmo percentual as Rádios Comunitárias.

 

 

JUSTIFICATIVA:

A Rádio Cultura é da Secretaria de Cultura do DF, nada mais justo que sua programação privilegie e dê preferência aos artistas com sede no DF.

Citamos sede no DF, pare evitarmos de termos uma boa programação com bandas e/ou artistas oriundos da Capital, mas que há tempos não residem no DF, como Capital Inicial, Legião Urbana, Cássia Eller, Zélia Duncan, a prioridade é para os profissionais que aqui residem, votam e recolhem impostos.

As gravações das músicas devem ser realizadas em estúdios no DF, para gerar trabalho e renda aos profissionais da Capital, dando oportunidade de cada estúdio tornar-se uma referencia no seu seguimento e até na capital e quem sabe no Brasil, para tanto, tem que haver investimentos, desta forma as músicas devem ser gravadas nos estúdios do DF.

 

 

PROPOSTA 12.

Criar Lei ou Portaria que obrigue todas as “rádios comerciais” com transmissão e/ou sede no DF, a incluírem na sua programação musical no horário entre “8h” e “20h”, no mínimo 20% (vinte por cento) de músicas de artistas e/ou músicos residentes no Distrito Federal, com gravações realizadas em estúdios do DF.

 

JUSTIFICATIVA:

Valorizar, gerar trabalho e renda aos profissionais da cadeia produtiva musical do Distrito Federal.

As concessões das rádios e tvs são públicas.

Músicos gravando em estúdios do DF, os investimentos a todo momento, Irão gerar impostos ao GDF e trabalho e renda aos profissionais da Capital.

 

 

PROPOSTA 13.

Regulamentar o prazo do repasse de verba para as Agremiações Carnavalescas do DF.

 

JUSTIFICATIVA:

Normatizar o repasse dos recursos, entre os meses de julho e outubro, no ano anterior ao próximo Carnaval, garantindo aos carnavalescos tempo hábil para a realização de grandes espetáculos na avenida.

 

 

PROPOSTA 14.

 No Carnaval, garantir a contratação de  músicos e/ou artistas para atender a demanda dos Blocos Carnavalescos Cadastrados na SeCult/DF.

 

JUSTIFICATIVA:

As contratações poderão ser feitas por meio de Carta Convite ou por meio de novos e modernos Editais de Chamamento Público, com critérios objetivos e claros, conforme já descrito em uma das propostas.

O músico não pode ser parte integrante do bloco, evitando que haja leilão entre os músicos e as diretorias dos blocos.

Os cachês sejam dignos e atendam as reais necessidades de quem realmente faz a festa, no período de Alta Estação e/ou Data Especial, em conformidade com o Sindicato dos Músicos do DF.

Para o Edital de Chamamento Público para o Carnaval, deverá haver no mínimo 04 (quatro) categorias, com distinção de cachês e estilos musicais.

 

 

PROPOSTA 15.

O Carnaval de Rua do DF, voltará a ser realizado em todas as Regiões Administrativa do DF que desejarem ter Carnaval de Rua.

 

JUSTIFICATIVA:

Atender democraticamente a população carente, tendo em vista que o atual modelo, atende aos interesses políticos e com intensa atividades no Plano Piloto, deixando o cidadão da periferia com a única opção de ter que sair da sua cidade, e ir até estas concentrações, muitas vezes burlando a LEI SECA e sofrendo com o ineficiente transporte público do DF.

As Administrações Regionais deverão apresentar sua demanda a SeCult/DF e Secretaria de Segurança Pública, com o mínimo de 90 (noventa) dias de antecedência.

 

 

PROPOSTA 16.

Criar Portaria para Ambientes com Música ao Vivo (Bares, Restaurantes, Clubes, Boites, Casas de Shows).

Para ter ALVARÁ ou manter o ALVARÁ, o LOCAL ou PRODUTOR do EVENTO tem que agregar a documentação exigida pela Administração Regional, o Termo de Compromisso Artístico expedido pelo Sindicato dos Músicos.

O Termo de Compromisso Artístico expedido pelo Sindicato dos Músicos será renovada a cada 03 (três) meses, se não houver denúncia sobre irregularidades.

 

JUSTIFICATIVA:

Para um estabelecimento ter ou manter o ALVARÁ tem que atender as EXIGÊNCIAS do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Vigilância Sanitária, Agefis, etc, etc, etc, somente apos ter as licenças expedidas é que a Administração Regional emite o Alvará.

Diante do exposto, propor lei que exija a inclusão do Termo de Compromisso Artístico emitido pelo Sindicato dos Músicos, garantindo os direitos trabalhistas dos músicos, conforme leis vigentes.

Nenhum músico poderá ser contratado com valor abaixo do piso sugerido pelo Sindicato dos Músicos, o mesmo tentará acordo com SindiBar e/ou SindiClubes e/ou SindiEventos e/ou Senalba, mas não havendo interesse deste sindicatos, a tabela sugerida pelo Sindicato dos Músicos do DF deverá valer como Termo de Referencia.

Os CONTRATOS devem ser homologados no Sindicato e na DRT.

Não receberá anuência do Sindicato dos Músicos, contratos com valores abaixo do piso estabelecido em convenção coletiva.

Logo, o estabelecimento que trabalhar sem contrato homologado deixará de ter o Termo de Compromisso Artístico expedito pelo Sindicato dos Músicos.

Haverá até 03 (três) advertências por escrito antes do cancelamento do Termo de Compromisso Artístico.

Os músicos amadores poderão continuar a tocar em locais onde não haja cobrança de ingresso ou couvert-artístico.

Os músicos que não vivem da música, pois tem outra profissão, também poderão continuar a tocar, na condição de músico amador, em locais onde não haja a cobrança de ingresso ou couvert-artístico.

Os VERDADEIROS profissionais da MÚSICA, terão seus direitos resguardados.

 

 

PROPOSTA 17.

                        Ampliar a Feira do Livro e a Bienal do Livro, para moldes internacionais.

 

 

PROPOSTA 18.

                        Propor a criação do Museu da Música do Distrito Federal, agregando todos os estilos.

 

 

PROPOSTA 19.

                        Integrar tecnologicamente as Bibliotecas Públicas e as Bibliotecas Escolas do DF;

 

 

PROPOSTA 20.

Propor a criação do Coro Sinfônico de Brasília, Orquestra de Violão e Orquestra de Percussão nas Regiões Administrativas do DF

 

 

PROPOSTA 21.

Propor a criação a criação do núcleo de promoção e integração das Danças Folclóricas.

 

 

PROPOSTA 22.

Propor a reforma, ampliação e conservação das instalações e atividades da Escola de Música de Brasília (EMB).

 

 

PROPOSTA 23.

Rever os níveis de decibéis impostos na atual Lei do Silêncio, pois há a real necessidade de aumentar os níveis para limites inteligentes, alem de deixar explicito a forma de medição, que deve ser no local onde a pessoa sinta-se incomodada, e não na frente do auto falante, no local onde se produz o som.

 

 

PROPOSTA 24.

Ainda sobre a aplicação dos recursos do FAC.

Que haja uma cota anual de 50% (cinquenta por cento) no primeiro ano, 40% (quarenta por cento) no segundo ano, 30% (trinta por cento) no terceiro ano e 20% (vinte por cento) de forma permanente, para a manutenção ou construção de espaços culturais.

 

JUSTIFICATIVA:

É preciso rever a aplicação dos recursos do FAC, que os 0,3% sejam de fato recolhidos, e depositados num fundo, hoje ele é orçamentário, não há obrigação de aplicação e nem garantia.

Parte deste recurso deve ser destinado aos espaços culturais, principalmente fora da Zona Central do DF.

Como PATROCINAR peças de Teatro se não há teatros para exibi-los? O mesmo aplica-se a outras expressões artísticas, como o cinema. É necessário criar palcos, galerias, salas, bibliotecas e, obviamente, manter em bom estado as existentes, isso também é fomentar a cultura.

Hoje a Lei consolidada permite estes investimentos, mas apenas por agentes privados, ou seja, o próprio GOVERNO não pode construir e gerir utilizando recursos próprios.

Que haja editais para a construção de salas de ensaio e gravações públicas, ou de cooperativas e associações de músicos, nas cidades do DF.

Redação Consolidada do Regulamento do FACDecreto 34.785/13, apos alterações do Decreto 36.629/15

§1o São Diretrizes da política de fomento operada a partir do FAC.

IV – a descentralização dos bens e serviços culturais produzidos no Distrito Federal, priorizando as áreas de vulnerabilidade social e realizando, inclusive, editais regionalizados com a participação dos Conselhos Regionais de Cultura.

V – a regionalização da execução física dos projetos artísticos e culturais, vedada a destinação de mais de um terço dos recursos anuais a uma mesma Região Administrativa.

VIII – incentiva o estabelecimento de equipamentos culturais de uso público nas Regiões Administrativas do Distrito Federal, por intermédio de apoio financeiro a fundo perdido, podendo a instituição beneficiada fazer uso comercial do bem, revertendo o produto em benefício próprio, com vistas ao fomento e à sustentabilidade econômica do empreendimento cultural.

Art.5o As ações do Fundo de Apoio à Cultura deverão estar enquadradas nos seguintes programas:

V – infra-estrutura e equipamentos.

VI – manutenção de grupos e espaços.

Art. 6o Serão objeto de apoio pelo Fundo de Apoio à Cultura os projetos e iniciativas destinados às seguintes finalidades:

III – Preservação e difusão do patrimônio histórico, artístico e cultural e, em especial:

a) adaptação das edificações e instalações de espaços culturais.

b) aquisição de equipamentos e reequipamento de espaços culturais.

c) manutenção dos equipamentos de espaços culturais.

d) formação, organização, restauração e ampliação de coleções e acertvos.

e) restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios, marcos escultóricos e demais espaços tombados.